O Que é Televisão?
Televisão é um sistema eletrônico de recepção de imagens e som de forma instantânea. Funciona a partir da análise e conversão da luz e do som em ondas eletromagnéticas e de sua reconversão em um aparelho - o televisor - que recebe também o mesmo nome do sistema ou pode ainda ser chamado de aparelho de TV. O televisor ou aparelho de TV capta as ondas eletromagnéticas e através de seus componentes internos as converte novamente em imagem e som.
Surgimento da TV no Brasil.
18 de setembro de 1950. Uma data marcante para a vida nacional: o dia da inauguração oficial da televisão no Brasil. E foi o empresário das comunicações Assis Chateaubriand, o Chatô, que possibilitou o início desse novo meio de comunicação. Por intermédio da TV Tupi
Esta marcante experiência aconteceu com o Show na Taba, o primeiro programa da TV brasileira, que contou com a participação de Homero Silva e Lolita Rodrigues.
As cores que deram vida à telinha.
As transmissões regulares em cores, começaram no ano de 1954, nos Estados Unidos. Mas Hebert Eugene Ives realizou em 1929, em Nova Iorque, as primeiras imagens coloridas com 50 linhas de definição por fio. O invento mecânico foi aperfeiçoado por Peter Goldmark, que fez demonstrações com 343 linhas em 1940. Surgiram vários sistemas, mas nenhum explicava o que fazer com os aparelhos antigos preto e branco, que já eram cerca de 10 milhões no início dos anos 50. Foi criado nos Estados Unidos o National Television System Committee (ou National Television Standards Committee), um comitê para, literalmente, colocar cor no sistema preto e branco. As iniciais desse comitê deram nome ao novo sistema, NTSC, que acrescentava a crominância ©, ou seja, a cor, aos níveis de luminância (Y) do padrão preto e branco.
TV a Cabo:
Um cabo: a solução para melhorar as transmissões
Os sinais convencionais de transmissão da televisão são feitos em linha reta, dificultando a recepção em áreas montanhosas, vales e lugares cercados por prédios. A solução para obter a melhor recepção foi à colocação de uma antena no topo das montanhas e a distribuição de sinais através de cabos. Isso ocorreu no interior dos Estados Unidos, que já em 1952 possuía aproximadamente 70 pequenos sistemas funcionando. Em 1961 eram cerca de 700 sistemas, alcançando, em 1971, perto de 3.000 para aproximadamente 6 milhões de residências. Esse sistema possuía um enorme potencial comercial e transformou-se no sistema conhecido como televisão a cabo. Havia a necessidade de se apresentar um modelo diferenciado para os clientes, ou melhor, assinantes, e a TV a cabo passou a oferecer mais canais e grande variedade de programação auxiliado por uma rede de microondas. A televisão a cabo começou, em 1974, a receber sinais via satélite, a partir do lançamento do primeiro satélite para esse fim e da compra de programas de estações de TV independentes. Esse novo passo oferecido pelas distribuidoras de TV pôde oferecer aos assinantes a escolha de programas que mais lhes agradassem.
A TV por assinatura nos Estados Unidos dispõe de mais de 500 canais e um universo de 75 milhões de assinantes, movimentando cerca de 30 bilhões de dólares.
A TV com a cara de São Paulo
A inauguração da TV Gazeta, canal 11 de São Paulo, foi um acontecimento histórico. Incluída nas festividades do aniversário da cidade, a emissora nasceu no dia 25 de janeiro de 1970, no ponto mais alto da cidade - a Avenida Paulista -, já com todos os atributos para firmar-se como a mais paulista das emissoras. A TV Gazeta foi a pioneira na retransmissão em cores ao importar equipamentos para exibir a primeira programação colorida para todo o Brasil: o 1º Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, naquele mesmo ano.
O que é uma TV Digital?
A Televisão Digital ou TV Digital usa um modo de modulação e compressão digital para enviar vídeo, áudio e sinais de dados aos aparelhos compatíveis com a tecnologia, proporcionando assim transmissão e recepção de maior quantidade de conteúdo por uma mesma freqüência (canal) podendo atingir o alvo de muito alta qualidade na imagem.
O Hoje e o Amanhã...
A Tecnologia digital esta chegando para nós, mas será que é nela que vamos parar?
Como vai ser a televisão do futuro? Que possibilidades oferecem as novas tecnologias? Que novos caminhos se abrem?
terça-feira, 13 de novembro de 2007
História da TV
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Nouvelle Vague
Falando um pouco da história, a Nouvelle Vague se inicia quando um jovem crítico de cinema da revista Cahiers Du Cinéma escreve um artigo intitulado: "Uma Certa Tendência do Cinema Francês", onde era relatado uma série de críticas ao cinema francês da época. O jovem François Truffaut atacava os roteiros convencionais e a falta de ousadia por parte dos diretores franceses da época. Basicamente, Truffaut criticara a invasão de Hollywood ao cinema francês. Com isso ele aclamava por uma revolução cinematográfica. Fazendo cinema de uma forma mais livre, com locações externas e menos intromissão de estúdios. Os roteiristas seriam os próprios diretores. E os diretores seriam os únicos responsáveis pelos filmes. Tornando assim a obra muito mais pessoal. Isso era chamado de “Teoria Autoral” que se tornou à pedra fundamental da Nouvelle Vague. A estréia veio com um filme de Claude Chabrol... Le Beau Serge (Nas Garras do Vício, título no Brasil) de 1958. Um ano depois foi a vez de Truffaut estrear com o magnífico Les Quatre Cents Coups (Os Incompreendidos). No mesmo ano Jean-Luc Godard lança À Bout De Souffle (Acossado) e Alain Resnais lança Hiroshima Mon Amour (Hiroshima Meu Amor). A partir daí vemos um turbilhão de criatividade no cinema. Surgem outros diretores e a Nouvelle Vague influencia o cinema mundial chegando até o Brasil e a Bahia, mais precisamente, mudando a cabeça de um certo Glauber Rocha. Que mais tarde fundaria o Cinema Novo.
Logo a baixo indicarei alguns dos meus filmes favoritos e os mais famosos da Nouvelle Vague. Quem se interessar não perca tempo em ver.
Logo a baixo indicarei alguns dos meus filmes favoritos e os mais famosos da Nouvelle Vague. Quem se interessar não perca tempo em ver.
Alain Resnais – Hiroshima Mon Amour (Hiroshima Meu Amor);
Claude Chabrol - Le Beau Serge (Nas Garras do Vício);
Eric Rohmer – Le Signe du Leon (O Signo de Leão);
François Truffaut - Les Quatre Cents Coups (Os Incompreendidos), Jules et Jim (Jules e Jim), Fahrenheit 451;
Jean-Luc Godard - À Bout De Souffle (Acossado), Vivre Sa Vie (Viver a Vida), Bande a Part, Le Mépris (O Desprezo), Alphaville, Made in U.S.A.
Claude Chabrol - Le Beau Serge (Nas Garras do Vício);
Eric Rohmer – Le Signe du Leon (O Signo de Leão);
François Truffaut - Les Quatre Cents Coups (Os Incompreendidos), Jules et Jim (Jules e Jim), Fahrenheit 451;
Jean-Luc Godard - À Bout De Souffle (Acossado), Vivre Sa Vie (Viver a Vida), Bande a Part, Le Mépris (O Desprezo), Alphaville, Made in U.S.A.
Ela
Ainda me lembro do dia em que ela chegou lá em casa. Tão pequenininha! Foi uma festa. Botamos ela num quartinho dos fundos. Nosso filho – naquele tempo só tínhamos o mais velho – ficou maravilhado com ela. Era um custo tirá-lo da frente dela pra ir dormir.
Combinamos que ele só poderia ir para o quarto dos fundos depois de fazer todas as lições.
- Certo, certo.
- Eu não ligava muito para ela. Só para ver futebol, ou política. Naquele tempo, tinha política. Minha mulher também não via muito. Um programa humorístico, de vez em quando. Noites Cariocas... Lembra de Noites Cariocas?
- Lembro. Vagamente. O senhor vai querer mais alguma coisa?
- Me serve mais um destes. Depois decidimos que ela podia ficar na copa. Aí ela já estava mais crescidinha. Jantávamos com ela ligada, porque tinha um programa que o garoto não queria perder. Capitão Qualquer Coisa. A empregada também gostava de dar uma espiada. José Roberto Kelly. Não tinha um José Roberto Kelly?
- Não me lembro bem. O senhor não leva a mal, mas não posso servir mais nada depois deste. Vamos fechar.
- Minha mulher nem sonhava em botar ela na sala. Arruinaria toda a decoração. Nessa época já tinha nascido o nosso segundo filho e ele só ficava quieto, para comer, com ela ligada. Quer dizer, aos poucos ela foi afetando os hábitos da casa. E então surgiu um personagem novo nas nossas vidas que iria mudar tudo. Sabe quem foi?
- Quem?
- O Sheik de Agadir. Eu se quisesse, poderia processar o Sheik de Agadir. Ele arruinou o meu lar.
- Certo. Vai querer a conta?
- Minha mulher se apaixonou pelo Sheik de Agadir. Por causa dele, decidimos que ela poderia ir para a sala de visitas. Desde que ficasse num canto, e só aparecesse quando estivesse ligada. Nós tínhamos uma vida social intensa. Sempre iam visitas lá em casa. Também saíamos muito. Cinema, teatro, jantar fora. Eu continuava só vendo futebol e notícia. Mas minha mulher estava sucumbindo. Depois do Sheik de Agadir, não queria perder nenhuma novela.
- Certo. Aqui está a sua conta. Infelizmente, temos que fechar o bar.
- Eu não quero a conta. Quero outra bebida. Só mais uma.
- Está bem... Só mais uma.
- Nosso filho menor, o que nasceu depois do Sheik de Agadir, não saía da frente dela. Foi praticamente criado por ela. É mais apegado a ela do que à própria mãe. Quando a mãe briga com ele, ele corre para perto dela para se proteger. Mas onde é que eu estava? Nas novelas. Minha mulher sucumbiu às novelas. Não queria mais sair de casa. Quando chegava visita, ela fazia cara feia. E as crianças, claro, só faltavam bater em visita que chegasse em horário nobre. Ninguém mais conversava dentro de casa. Todo mundo de olho grudado nela. E então aconteceu outra coisa fatal. Se arrependimento matasse...
- Termine sua bebida, por favor. Temos que fechar.
- Foi a Copa do Mundo. A de 74. Decidi que para as transmissões da Copa do Mundo ela deveria ser maior, bem maior. E colorida. Foi a minha ruína. Perdemos a Copa, mas ela continua lá, no meio da sala. Gigantesca. É o móvel mais importante da casa. Minha mulher mudou a decoração da sala para combinar com ela. Antigamente ela ficava na copa para acompanhar o jantar. Agora todos jantam na sala para acompanhá-la.
- Aqui está a conta.
- E, então, aconteceu o pior. Foi ontem. Era hora do Dancin’ Days e bateram na porta. Visitas. Ninguém se mexeu. Falei para a empregada ir abrir a porta, mas ela fez “Shhh!” Sem tirar os olhos da novela. Mandeis os filhos, um por um, abrirem a porta, mas eles nem me responderam. Comecei a me levantar. E então todos pularam em cima de mim. Sentaram no meu peito. Quando comecei a protestar, abafaram o meu rosto com a almofada cor de tijolo que minha mulher comprou para combinar com a maquilagem da Júlia. Só na hora do comercial, consegui recuperar o ar de aí sentenciei, apontando para ela ali, impávida, no meio da sala: “Ou ela, ou eu!”. O silêncio foi terrível.
- Está bem. Mas agora vá para casa que precisamos fechar. Já está quase clareando o dia...
- Mais tarde, depois da Sessão Coruja, quando todos estavam dormindo, entrei na sala, pé ante pé. Com a chave de parafuso na mãe. Meu plano era atacá-la por trás, abri-la e retirar uma válvula qualquer. Não iria adiantar muita coisa, eu sei. Eles chamariam um técnico às pressas. Mas era um gesto simbólico. Ela precisava saber quem é que mandava dentro de casa. Precisava saber que alguém não se entregava completamente a ela, que alguém resistia. E então, quando me preparava para soltar o primeiro parafuso, ouvi sua voz. “Se tocar em mim, você morre”. Assim. Com toda clareza. “Se tocar em mim, você morre”. Uma voz feminina, mas autoritária, dura. Tremi. Ela podia estar blefando, mas podia não estar. Agi depressa. Dei um chute no fio, desligando-a da tomada e pulei para longe antes que ela revidasse. Durante alguns minutos, nada aconteceu. Então ela falou outra vez. “Se não me ligar outra vez em um minuto, você vai se arrepender”. Eu não tinha alternativa. Conhecia o seu poder. Ela chegara lá em casa pequenininha e aos poucos foi crescendo e tomando conta. Passiva, humilde, obediente. E vencera. Agora chegara a hora da conquista definitiva. Eu era o único empecilho à sua dominação completa. Só esperava um pretexto para me eliminar com um raio catódico. Ainda tentei parlamentar. Pedi que ela poupasse minha família. Perguntei o que ela queria, afinal. Implorei. Nada. Só o que ela disse foi: “Você tem 30 segundos”.
- Muito bem. Mas preciso fechar. Vá para casa.
- Não posso.
- Por quê?
- Ela me proibiu de voltar lá.
(Luís Fernando Veríssimo - Extraído do livro O Nariz e Outras Crônicas)
Combinamos que ele só poderia ir para o quarto dos fundos depois de fazer todas as lições.
- Certo, certo.
- Eu não ligava muito para ela. Só para ver futebol, ou política. Naquele tempo, tinha política. Minha mulher também não via muito. Um programa humorístico, de vez em quando. Noites Cariocas... Lembra de Noites Cariocas?
- Lembro. Vagamente. O senhor vai querer mais alguma coisa?
- Me serve mais um destes. Depois decidimos que ela podia ficar na copa. Aí ela já estava mais crescidinha. Jantávamos com ela ligada, porque tinha um programa que o garoto não queria perder. Capitão Qualquer Coisa. A empregada também gostava de dar uma espiada. José Roberto Kelly. Não tinha um José Roberto Kelly?
- Não me lembro bem. O senhor não leva a mal, mas não posso servir mais nada depois deste. Vamos fechar.
- Minha mulher nem sonhava em botar ela na sala. Arruinaria toda a decoração. Nessa época já tinha nascido o nosso segundo filho e ele só ficava quieto, para comer, com ela ligada. Quer dizer, aos poucos ela foi afetando os hábitos da casa. E então surgiu um personagem novo nas nossas vidas que iria mudar tudo. Sabe quem foi?
- Quem?
- O Sheik de Agadir. Eu se quisesse, poderia processar o Sheik de Agadir. Ele arruinou o meu lar.
- Certo. Vai querer a conta?
- Minha mulher se apaixonou pelo Sheik de Agadir. Por causa dele, decidimos que ela poderia ir para a sala de visitas. Desde que ficasse num canto, e só aparecesse quando estivesse ligada. Nós tínhamos uma vida social intensa. Sempre iam visitas lá em casa. Também saíamos muito. Cinema, teatro, jantar fora. Eu continuava só vendo futebol e notícia. Mas minha mulher estava sucumbindo. Depois do Sheik de Agadir, não queria perder nenhuma novela.
- Certo. Aqui está a sua conta. Infelizmente, temos que fechar o bar.
- Eu não quero a conta. Quero outra bebida. Só mais uma.
- Está bem... Só mais uma.
- Nosso filho menor, o que nasceu depois do Sheik de Agadir, não saía da frente dela. Foi praticamente criado por ela. É mais apegado a ela do que à própria mãe. Quando a mãe briga com ele, ele corre para perto dela para se proteger. Mas onde é que eu estava? Nas novelas. Minha mulher sucumbiu às novelas. Não queria mais sair de casa. Quando chegava visita, ela fazia cara feia. E as crianças, claro, só faltavam bater em visita que chegasse em horário nobre. Ninguém mais conversava dentro de casa. Todo mundo de olho grudado nela. E então aconteceu outra coisa fatal. Se arrependimento matasse...
- Termine sua bebida, por favor. Temos que fechar.
- Foi a Copa do Mundo. A de 74. Decidi que para as transmissões da Copa do Mundo ela deveria ser maior, bem maior. E colorida. Foi a minha ruína. Perdemos a Copa, mas ela continua lá, no meio da sala. Gigantesca. É o móvel mais importante da casa. Minha mulher mudou a decoração da sala para combinar com ela. Antigamente ela ficava na copa para acompanhar o jantar. Agora todos jantam na sala para acompanhá-la.
- Aqui está a conta.
- E, então, aconteceu o pior. Foi ontem. Era hora do Dancin’ Days e bateram na porta. Visitas. Ninguém se mexeu. Falei para a empregada ir abrir a porta, mas ela fez “Shhh!” Sem tirar os olhos da novela. Mandeis os filhos, um por um, abrirem a porta, mas eles nem me responderam. Comecei a me levantar. E então todos pularam em cima de mim. Sentaram no meu peito. Quando comecei a protestar, abafaram o meu rosto com a almofada cor de tijolo que minha mulher comprou para combinar com a maquilagem da Júlia. Só na hora do comercial, consegui recuperar o ar de aí sentenciei, apontando para ela ali, impávida, no meio da sala: “Ou ela, ou eu!”. O silêncio foi terrível.
- Está bem. Mas agora vá para casa que precisamos fechar. Já está quase clareando o dia...
- Mais tarde, depois da Sessão Coruja, quando todos estavam dormindo, entrei na sala, pé ante pé. Com a chave de parafuso na mãe. Meu plano era atacá-la por trás, abri-la e retirar uma válvula qualquer. Não iria adiantar muita coisa, eu sei. Eles chamariam um técnico às pressas. Mas era um gesto simbólico. Ela precisava saber quem é que mandava dentro de casa. Precisava saber que alguém não se entregava completamente a ela, que alguém resistia. E então, quando me preparava para soltar o primeiro parafuso, ouvi sua voz. “Se tocar em mim, você morre”. Assim. Com toda clareza. “Se tocar em mim, você morre”. Uma voz feminina, mas autoritária, dura. Tremi. Ela podia estar blefando, mas podia não estar. Agi depressa. Dei um chute no fio, desligando-a da tomada e pulei para longe antes que ela revidasse. Durante alguns minutos, nada aconteceu. Então ela falou outra vez. “Se não me ligar outra vez em um minuto, você vai se arrepender”. Eu não tinha alternativa. Conhecia o seu poder. Ela chegara lá em casa pequenininha e aos poucos foi crescendo e tomando conta. Passiva, humilde, obediente. E vencera. Agora chegara a hora da conquista definitiva. Eu era o único empecilho à sua dominação completa. Só esperava um pretexto para me eliminar com um raio catódico. Ainda tentei parlamentar. Pedi que ela poupasse minha família. Perguntei o que ela queria, afinal. Implorei. Nada. Só o que ela disse foi: “Você tem 30 segundos”.
- Muito bem. Mas preciso fechar. Vá para casa.
- Não posso.
- Por quê?
- Ela me proibiu de voltar lá.
(Luís Fernando Veríssimo - Extraído do livro O Nariz e Outras Crônicas)
HISTÓRIA DO CINEMA
Há vestígios históricos onde arqueólogos comprovam a existência do interesse humano pela imagem em movimento. Esse tal formato que expressa o cotidiano de sua vida, é relatada em desenhos e pinturas que representam os aspectos da natureza.Assim eles iam produzindo narrativas através dessas figuras. Com o passar do tempo vamos ver experiências posteriores,como câmera escura e uma lanterna mágica, onde, constituem os fundamentos da ciência óptica tornando possível a realidade cinematográfica.
Na china por volta de 5,000 a .C. cria-se a projeção de sombras, sobre paredes ou telas de linho com: figuras Humanas, animais ou objetos recortados sendo manipulados.
Já no século XVI, o físico Giambattista Della Porta, desenvolve a Câmara escur
a, inventada por Leonardo Da Vinci, no século anterior. Essa caixa fechada tem um pequeno orifício coberto por uma lente, que através dele penetram e se cruzam os raios refletidos pelos objetos exteriores.
Em meados do século XVII, o alemão Athanasius Kirchner, cria um
processo inverso da câmera escura que projeta as imagens em uma lâmina de vidro composta por uma caixa cilíndrica escura à vela.
Os Primeiros aparelhos foram decisivos para o avanço de captação e analise do movimento, baseado no fenômeno da persistência retiniana (a imagem que permanece na retina em fração de segundos), nisso desenvolveu-se a fotografia.
Fenacistoscópio
– Um aparelho com um formato de um disco com uma série de imagens fixas, criando quando girada, a ilusão de movimentos. Desenvolvido pelo físico, Joseph-Antoine Plateau, em 1832.
Praxinoscópio – Inventado pelo francês Émile Reynaud (1877), esse aparelho projeta imagens desenhadas
sobre fitas transparentes. Aperfeiçoado mas tarde com um sistema complexo de espelhos que permite efeitos de relevo.
Fuzil Foto
gráfico – Desenvolvido por Étienne-Jules Marey, em 1878, seus estudos baseiam-se na experiência feita em 1872, por Edward Muybridge.
Cronofoto
grafia – Mas tarde em 1887, Étienne-Jules Marey, cria a cronofotografia, a partir das pesquisas posteriores sobre o andar do homem ou o vôo dos pássaros.
Cinetoscópio
– Em 1890 é rodado pequenos filmes em um estúdio chamado Black Maria, primeiro da história do cinema. O norte-americano Thomas Alva Edison inventa o filme perfurado. Esses filmes não são projetados em uma tela mas no interior de uma maquina o cinetoscópio. As imagens só podem ser vistas por um expectador de cada vez.
Cinematógrafo – Torna-se possível à imagem ao público. Utilizam-se negativos perfurados, substituindo a
ação de varias maquinas fotográficas para registrar o movimento.Essa máquina criada pelos irmãos Auguste e Louis Lumière é o aperfeiçoamento do cinetoscópio. Esse aparelho passou a identificar , em todas as ínguas, a nova arte (cine, cinema, kino etc.).
CINEMA MUDO
Com a vinda do novo século chegava também uma nova forma de entretenimento, o cinema. Sobre o início do cinema há diferentes teorias. Alguns citam George Albert Smith (Smith, G.A) e Georges Méliès, pelas suas experiências que usavam inventivos efeitos fotográficos para criar mundos fantásticos. Outros atribuem ao trabalho de Thomas Edison, nos finais do século XIX os primeiros passos do cinema. No entanto a História apontou para os irmãos empreendedores, Louis e Auguste, da família dos Lumieré, com a apresentação do cinematógrafo que marca o início da história no cinema.
Durante quase trinta anos o cinema tornou-se a maior indústria de massa, como uma nova arte do novo século.
Os primeiros filmes com exibições para o público eram feitas em feiras e teatros.
O filme mudo, tinha um fundo musical que era acompanhado por um pianista que adequava as notas do seu piano de acordo com cada cena.
Assim com esse tal avanço, o cinema europeu, vem apostando em três fatores que marcam o início de uma nova fase cinematográfica: a direção de atores, o trabalho de câmera e a manipulação das cenas através da montagem. Dá-se então o começo da Belle Época do cinema europeu.
Com a vinda do novo século chegava também uma nova forma de entretenimento, o cinema. Sobre o início do cinema há diferentes teorias. Alguns citam George Albert Smith (Smith, G.A) e Georges Méliès, pelas suas experiências que usavam inventivos efeitos fotográficos para criar mundos fantásticos. Outros atribuem ao trabalho de Thomas Edison, nos finais do século XIX os primeiros passos do cinema. No entanto a História apontou para os irmãos empreendedores, Louis e Auguste, da família dos Lumieré, com a apresentação do cinematógrafo que marca o início da história no cinema.
Durante quase trinta anos o cinema tornou-se a maior indústria de massa, como uma nova arte do novo século.
Os primeiros filmes com exibições para o público eram feitas em feiras e teatros.
O filme mudo, tinha um fundo musical que era acompanhado por um pianista que adequava as notas do seu piano de acordo com cada cena.
Assim com esse tal avanço, o cinema europeu, vem apostando em três fatores que marcam o início de uma nova fase cinematográfica: a direção de atores, o trabalho de câmera e a manipulação das cenas através da montagem. Dá-se então o começo da Belle Época do cinema europeu.
Edição de texto:Leicinalvo, Priscila e Clemente.
Postado e Revisado por: Milena, Leicinalvo e Vitor.
TV DIGITAL
A TV digital e seus benefícios.
Estamos as vésperas da entrada da TV digital no Brasil. A partir de dezembro deste ano, a população brasileira desfrutará de um serviço de TV de melhor qualidade. Em fase de experimento e adequação a essa nova tecnologia, só a cidade de São Paulo será privilegiada nesse início. A partir de janeiro de 2008, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília começaram a transmitir o sinal digital. Porém até dezembro de 2009, atingirá todas as capitais do país. A implantação para o resto do Brasil está prevista pra 10 anos. Emissoras das 26 capitais, mais o Distrito Federal, já estão aptas a solicitar o sinal digital. Depois disso, a emissão para o interior do país será gradativa. É planejado que em 2016 o sinal digital seja transmitido para todas as cidades do Brasil. Até lá, o sinal analógico e digital vão conviver juntos. Algumas empresas lançam ainda esse ano modelos com o conversor integrado ao aparelho televisor. A proposta do Ministério das Comunicações era lançar esse conversor a preço popular. Chegou-se a cogitar a idéia de R$ 180 a R$ 250. Só que para ter o sinal digital na TV analógica, o telespectador terá que desembolsar muito mais que isso para adquirir o aparelho conversor. Em média esse conversor deve custar R$ 700, mesmo valor de uma TV de 29 polegadas. Porém, com a demanda pela TV integrada e por conversores, a queda nesses valores será natural.
Mudança
A mudança com o sinal digital, será bastante significativa. Primeiro que a televisão terá uma imagem nítida, sem chuviscos e fantasmas. Todos os programas poderão ser transmitidos em widescreen (Tela de cinema 16:9). O áudio assim como o cinema terá a tecnologia sorround. O sinal será móvel, possibilitando que vejam programas por celulares, PALMs e notebooks. As emissoras poderão ainda transmitir mais de um programa simultaneamente. Com o recurso do Picture in Picture (PIP) que divide duas imagens na tela. Outra novidade da TV digital será a interatividade. O telespectador poderá ver informações sobre a programação das emissoras, ver sinopses de filmes, o gênero dos programas a serem exibidos e ainda poderá votar em enquetes e participar de jogos. Contudo, esse último serviço deverá ser integrado a linha telefônica ou conexão de banda larga que dará inicio a uma nova era para a televisão.
Edição de Texto: Vitor, Adla e Milena.
Estamos as vésperas da entrada da TV digital no Brasil. A partir de dezembro deste ano, a população brasileira desfrutará de um serviço de TV de melhor qualidade. Em fase de experimento e adequação a essa nova tecnologia, só a cidade de São Paulo será privilegiada nesse início. A partir de janeiro de 2008, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília começaram a transmitir o sinal digital. Porém até dezembro de 2009, atingirá todas as capitais do país. A implantação para o resto do Brasil está prevista pra 10 anos. Emissoras das 26 capitais, mais o Distrito Federal, já estão aptas a solicitar o sinal digital. Depois disso, a emissão para o interior do país será gradativa. É planejado que em 2016 o sinal digital seja transmitido para todas as cidades do Brasil. Até lá, o sinal analógico e digital vão conviver juntos. Algumas empresas lançam ainda esse ano modelos com o conversor integrado ao aparelho televisor. A proposta do Ministério das Comunicações era lançar esse conversor a preço popular. Chegou-se a cogitar a idéia de R$ 180 a R$ 250. Só que para ter o sinal digital na TV analógica, o telespectador terá que desembolsar muito mais que isso para adquirir o aparelho conversor. Em média esse conversor deve custar R$ 700, mesmo valor de uma TV de 29 polegadas. Porém, com a demanda pela TV integrada e por conversores, a queda nesses valores será natural.
Mudança
A mudança com o sinal digital, será bastante significativa. Primeiro que a televisão terá uma imagem nítida, sem chuviscos e fantasmas. Todos os programas poderão ser transmitidos em widescreen (Tela de cinema 16:9). O áudio assim como o cinema terá a tecnologia sorround. O sinal será móvel, possibilitando que vejam programas por celulares, PALMs e notebooks. As emissoras poderão ainda transmitir mais de um programa simultaneamente. Com o recurso do Picture in Picture (PIP) que divide duas imagens na tela. Outra novidade da TV digital será a interatividade. O telespectador poderá ver informações sobre a programação das emissoras, ver sinopses de filmes, o gênero dos programas a serem exibidos e ainda poderá votar em enquetes e participar de jogos. Contudo, esse último serviço deverá ser integrado a linha telefônica ou conexão de banda larga que dará inicio a uma nova era para a televisão.
Edição de Texto: Vitor, Adla e Milena.
Postado e revisado por: Leicinalvo, Henrique.
terça-feira, 6 de novembro de 2007
História da tecnologia
O primeiro sistema semi-mecânico de televisão analógica foi demonstrado em Fevereiro de 1924 em Londres,Felix the Cat e, posteriormente, imagens em movimento em 30 de outubro de 1925. Um sistema eletrônico completo foi demonstrado por John Logie Baird Philo Taylor Farnsworth em 1927. O primeiro serviço analógico foi a WGY em Schenectady, Nova Iorque, inaugurado em 11 de maio de 1928.
Televisão dos anos 50
John Logie Baird
Os primeiros aparelhos de televisão eram rádios com um dispositivo que consistia num tubo de néon com um disco giratório mecânico (disco de Nipkow) que produzia uma imagem vermelha do tamanho de um selo postal. O primeiro serviço de alta definição apareceu na Alemanha em março de 1935, mas estava disponível apenas em 22 salas públicas. Uma das primeiras grandes transmissões de televisão foi a dos Jogos Olimpícos de 1936, em Berlim. O uso da televisão aumentou enormemente depois da Segunda Guerra Mundial devido aos avanços tecnológicos surgidos com as necessidades da guerra e à renda adicional disponível (televisores na década de 1930 custavam o equivalente a 7000 dólares atuais (2001) e havia pouca programação disponível).
A televisão em cores surgiu em 1954, na rede norte-americana NBC. Um ano antes o governo dos Estados Unidos da América aprovou o sistema de transmissão em cores proposto pela rede CBS, mas quando a RCA apresentou um novo sistema que não exigia alterações nos aparelhos antigos em preto e branco, a CBS abandonou sua proposta em favor da nova.
No Brasil, a primeira transmissão de televisão deu-se por conta de Olavo Bastos Frias, que construiu os equipamentos necessários e transmitiu uma partida de futebol em 28 de setembro de 1948, na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais.
Tipos de televisor
A televisão em sua forma original e até hoje mais popular, envolve a transmissão de som e imagens em movimento por ondas de radiofrequência (RF), que são captadas por um receptor (o televisor). Neste sentido, é uma extensão do rádio.
Tendo início na década de 20 1920, a televisão moderna se divide em três tendências distintas:
Aparelhos de TV somente.
Sistemas integrados com aparelhos de DVD e/ou VideoGame montados no próprio televisor (geralmente modelos menores com telas até 17 polegadas, pois a idéia é ter um sistema portátil completo);
Sistemas independentes com tela grande (monitor de vídeo, rádio, sistema de som) para o usuário montar as peças como um home theater. Este sistema interessa aos videófilos e cinéfilos que preferem componentes que podem ser trocados separadamente.
Aparelho de televisão
Há varios tipos de monitores ou ecrãs de vídeo usados em equipamentos de TV modernos. O mais comum são os CRTs para até 40 polegadas diagonais. A maior parte das TVs de tela grande ou ecrã grande (até mais de 100 polegadas) usa tecnologia de projeção. Três tipos de sistemas de projeção são usados em TV: Tubos de raios catódicos (CRT), LCD (cristal líquido) e circuitos integrados (chips ) de imagem refletida. Avanços recentes trouxeram telas planas ou ecrãs planos aos televisores que usam tecnologia de cristal líquido LCD de matriz ativa ou displays de plasma. Televisores de tela ou ecrã grande e plano têm apenas 4 polegadas de espessura e podem ser pendurados na parede como um quadro. Eles são muito atraentes e economizam espaço, mas ainda custam extremamente caro.
Postado por: Priscila Claro
Televisão dos anos 50
John Logie Baird
Os primeiros aparelhos de televisão eram rádios com um dispositivo que consistia num tubo de néon com um disco giratório mecânico (disco de Nipkow) que produzia uma imagem vermelha do tamanho de um selo postal. O primeiro serviço de alta definição apareceu na Alemanha em março de 1935, mas estava disponível apenas em 22 salas públicas. Uma das primeiras grandes transmissões de televisão foi a dos Jogos Olimpícos de 1936, em Berlim. O uso da televisão aumentou enormemente depois da Segunda Guerra Mundial devido aos avanços tecnológicos surgidos com as necessidades da guerra e à renda adicional disponível (televisores na década de 1930 custavam o equivalente a 7000 dólares atuais (2001) e havia pouca programação disponível).
A televisão em cores surgiu em 1954, na rede norte-americana NBC. Um ano antes o governo dos Estados Unidos da América aprovou o sistema de transmissão em cores proposto pela rede CBS, mas quando a RCA apresentou um novo sistema que não exigia alterações nos aparelhos antigos em preto e branco, a CBS abandonou sua proposta em favor da nova.
No Brasil, a primeira transmissão de televisão deu-se por conta de Olavo Bastos Frias, que construiu os equipamentos necessários e transmitiu uma partida de futebol em 28 de setembro de 1948, na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais.
Tipos de televisor
A televisão em sua forma original e até hoje mais popular, envolve a transmissão de som e imagens em movimento por ondas de radiofrequência (RF), que são captadas por um receptor (o televisor). Neste sentido, é uma extensão do rádio.
Tendo início na década de 20 1920, a televisão moderna se divide em três tendências distintas:
Aparelhos de TV somente.
Sistemas integrados com aparelhos de DVD e/ou VideoGame montados no próprio televisor (geralmente modelos menores com telas até 17 polegadas, pois a idéia é ter um sistema portátil completo);
Sistemas independentes com tela grande (monitor de vídeo, rádio, sistema de som) para o usuário montar as peças como um home theater. Este sistema interessa aos videófilos e cinéfilos que preferem componentes que podem ser trocados separadamente.
Aparelho de televisão
Há varios tipos de monitores ou ecrãs de vídeo usados em equipamentos de TV modernos. O mais comum são os CRTs para até 40 polegadas diagonais. A maior parte das TVs de tela grande ou ecrã grande (até mais de 100 polegadas) usa tecnologia de projeção. Três tipos de sistemas de projeção são usados em TV: Tubos de raios catódicos (CRT), LCD (cristal líquido) e circuitos integrados (chips ) de imagem refletida. Avanços recentes trouxeram telas planas ou ecrãs planos aos televisores que usam tecnologia de cristal líquido LCD de matriz ativa ou displays de plasma. Televisores de tela ou ecrã grande e plano têm apenas 4 polegadas de espessura e podem ser pendurados na parede como um quadro. Eles são muito atraentes e economizam espaço, mas ainda custam extremamente caro.
Postado por: Priscila Claro
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
"TV digital vai estrear para ninguém", diz diretor da TVA
No dia 2 de dezembro de 2007, quando a TV aberta brasileira estrear oficialmente sua transmissão digital em São Paulo, haverá menos de 1.000 pessoas --numa cidade com cerca de 11 milhões-- assistindo aos programas em alta definição. Para Virgílio Amaral, diretor de Estratégia e Tecnologia da TVA, este é o quadro mais otimista para início da TV digital no Brasil.
"Vai ser uma estréia para ninguém", diz Amaral, especialista no setor e responsável pela digitalização da TVA. Para ele, a TV digital deve estrear mesmo no ano que vem, turbinada pela transmissão dos Jogos Olímpicos de Pequim. "Não vejo de forma ruim este começo. Afinal, a TV digital vai depender de um processo de aculturamento", pondera.
"Vai ser uma estréia para ninguém", diz Amaral, especialista no setor e responsável pela digitalização da TVA. Para ele, a TV digital deve estrear mesmo no ano que vem, turbinada pela transmissão dos Jogos Olímpicos de Pequim. "Não vejo de forma ruim este começo. Afinal, a TV digital vai depender de um processo de aculturamento", pondera.
Para pegar freqüência digital, o telespectador precisará de um aparelho com set-top box (conversor) avulso ou embutido. Se quiser a imagem mais nítida possível, de 1.080 linhas horizontais, terá de comprar um televisor do tipo Full High Definition. Os preços para este tipo de eletrodoméstico começam na casa dos R$ 7 mil, sem set-top box acoplado.
"Muita gente acha que ter uma TV de plasma ou LCD qualquer com um receptor digital embutido já dá para receber o melhor conteúdo em alta definição, quando, na verdade, você precisa de uma Full HD para ter a alta definição total", explica Amaral.
Tanta resolução foi, segundo o governo, um dos principais aspectos para o Brasil escolher o padrão japonês de TV digital (ISDB-T), em detrimento do europeu (DVB), que daria mais opções de canais e de interatividade.
O set-top box, decodificador que receberá o sinal tanto para TVs analógicas quanto digitais, estará a venda já no mês que vem. Seu preço segue nebuloso --governo e indústria cantam em acordes diferentes, oscilando o custo de prateleira de R$ 200 a R$ 800.
Aparelhos com set-top box embutido também chegam ao mercado em novembro. LG e Samsung já confirmaram a entrada neste setor. Outras empresas, como Panasonic e Aiko apostarão nos conversores. A lógica é de que haverá mais mercado para as caixas receptoras do que para novos televisores.
Como quase ninguém assistirá à bela imagem da TV digital em sua estréia, supermercados, shoppings, lojas de eletrônicos e até emissoras já começaram a expor TVs Full HD com programação digital de teste pela cidade.
"Isso lembra a estréia da TV a cores. Naquela época, eu só conseguia ver [a novela] 'Bem-Amado' colorida se fosse numa loja. O problema é que ela começava de noite, quando os estabelecimentos já estavam fechando", brinca Amaral, que assistirá à estréia da TV digital em alta definição de sua casa.
"Muita gente acha que ter uma TV de plasma ou LCD qualquer com um receptor digital embutido já dá para receber o melhor conteúdo em alta definição, quando, na verdade, você precisa de uma Full HD para ter a alta definição total", explica Amaral.
Tanta resolução foi, segundo o governo, um dos principais aspectos para o Brasil escolher o padrão japonês de TV digital (ISDB-T), em detrimento do europeu (DVB), que daria mais opções de canais e de interatividade.
O set-top box, decodificador que receberá o sinal tanto para TVs analógicas quanto digitais, estará a venda já no mês que vem. Seu preço segue nebuloso --governo e indústria cantam em acordes diferentes, oscilando o custo de prateleira de R$ 200 a R$ 800.
Aparelhos com set-top box embutido também chegam ao mercado em novembro. LG e Samsung já confirmaram a entrada neste setor. Outras empresas, como Panasonic e Aiko apostarão nos conversores. A lógica é de que haverá mais mercado para as caixas receptoras do que para novos televisores.
Como quase ninguém assistirá à bela imagem da TV digital em sua estréia, supermercados, shoppings, lojas de eletrônicos e até emissoras já começaram a expor TVs Full HD com programação digital de teste pela cidade.
"Isso lembra a estréia da TV a cores. Naquela época, eu só conseguia ver [a novela] 'Bem-Amado' colorida se fosse numa loja. O problema é que ela começava de noite, quando os estabelecimentos já estavam fechando", brinca Amaral, que assistirá à estréia da TV digital em alta definição de sua casa.
Postado por: Milena Oliva
Matéria: www.folha.uol.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)